"arrasto comigo o cheiro amargo da memória / mascaro os dias com palavras cujo significado perdi / mas nenhuma felicidade vem alojar-se no coração" Al Berto
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Um amor cru na invenção dos espaços.
Um amor cru na invenção dos espaços. Um amor que sangra na
plenitude dos dias. Um amor que me põe cordas em volta do pescoço. Um amor que
me sufoca, que me parte (um a um) todos os ossos do corpo. Um amor que não é
meu nem teu, que não é. Um amor.
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